Voluntariado: do romantismo à responsabilidade social
Por: Paula Conrado
16/01/2026 • 10h01
Todo início de ano, as pessoas costumam elaborar planos, traçar metas e buscar a realização de projetos e sonhos. Parece que a renovação atinge profundamente o ânimo de cada um, levando à reflexão sobre atitudes e escolhas.
Bom seria se todos nós aproveitássemos esse momento para sair do romantismo social, da idealização de um mundo melhor, e partíssemos, de fato, para a prática.
Quando levamos esse sentimento de mudança e propósito para o voluntariado, a caminhada atinge uma dimensão maior e ganha força para se concretizar. Deixa de ser somente uma ideia, e os caminhos passam a ser construídos em busca da realização.
“Colocar a mão na massa”, “tirar a ideia do papel”, “dar o primeiro passo” são frases que permeiam nosso cotidiano. Mesmo em tempos de individualismo, a solidariedade ainda persiste e faz acontecer.
Assim, a nossa busca por um mundo melhor se inicia com pequenas ações em nosso próprio lar, no trabalho, na rua, no condomínio, na vizinhança, no bairro, na cidade e daí por diante.
Sonhar, planejar, agir, realizar e compreender que estender as mãos àquele que necessita de uma atenção especial, momentânea ou não, pode transformar vidas. Como citei no artigo anterior, o homem é um ser social por natureza.
É preciso respeitar as diferenças, cooperar, compartilhar responsabilidades e compreender qual é o nosso papel no coletivo.

