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Aumento do IPTU gera revolta e indignação entre moradores de Lauro de Freitas

Reajustes que chegam a 100% surpreendem contribuintes no primeiro ano da gestão Débora Regis e levantam questionamentos sobre critérios de cálculo

Por: Redação

21/01/202609h30

Foto: Jean Vitor/PMLF

Moradores de Lauro de Freitas reagiram com indignação aos novos valores do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), que começaram a ser disponibilizados neste ano. O reajuste, implementado pela prefeita Débora Regis (União Brasil) em seu primeiro ano de mandato e aprovado pela Câmara Municipal, passou a valer agora e provocou surpresa negativa em diversos bairros do município.

Relatos de contribuintes apontam aumentos expressivos em comparação com o imposto pago até o ano passado. Em mensagens que circulam em grupos de moradores e nas redes sociais, há registros de reajustes de 50%, 60% e até 100%, gerando forte insatisfação entre a população.

Um dos casos relatados indica que o IPTU saltou de R$ 6.010,37 em 2024 para R$ 9.508,97 neste ano. Outros moradores afirmam estar pagando entre R$ 1.500 e R$ 2.500 a mais, valores que comprometem o orçamento familiar e aumentam a sensação de injustiça fiscal.

Segundo moradores, a principal mudança estaria na forma de cálculo do imposto. Até o ano passado, o IPTU era calculado com base no valor territorial, enquanto agora teria passado a considerar o valor venal do imóvel, o que elevou significativamente a cobrança para parte da população.

Com a divulgação dos carnês, o clima é de revolta. “O meu chegou nas alturas”, escreveu uma moradora em um grupo de mensagens. À medida que mais contribuintes acessam os valores, cresce a pressão sobre a Prefeitura e a Câmara Municipal para que esclareçam os critérios do reajuste e avaliem possíveis correções.

Até o momento, a gestão municipal não apresentou explicações detalhadas sobre o impacto do novo cálculo nem anunciou medidas para rever os aumentos considerados excessivos pelos moradores.