Nome de confiança de Jerônimo, Bruno Monteiro deixa temporariamente a Secult e assume missão eleitoral
Secretário de Cultura da Bahia se afasta da pasta durante período de férias e deve reforçar a comunicação do projeto de reeleição do governador em 2026
Por: Redação
13/07/2026 • 11h09
O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, foi afastado temporariamente do comando da Secretaria de Cultura do Estado (Secult). A medida foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado do último sábado (11), com previsão de afastamento entre esta segunda-feira (13) e o dia 11 de agosto.
Durante o período, a pasta será comandada interinamente por Nadjane Estrela Soares. Titular da Secult desde janeiro de 2023, Bruno Monteiro deixa temporariamente as funções para cumprir férias.
Informações apuradas indicam que, durante o afastamento da secretaria, Bruno Monteiro passará a atuar de forma mais próxima na área de comunicação da campanha de Jerônimo Rodrigues (PT), que buscará permanecer no cargo nas eleições de 2026.
A atuação de Bruno na comunicação política não é novidade dentro do grupo petista. Na eleição estadual de 2022, ele coordenou a comunicação da campanha de Jerônimo Rodrigues, que terminou eleito governador da Bahia. Antes do atual afastamento, Monteiro já conciliava as atividades da secretaria com articulações relacionadas ao setor de comunicação.
Antes do afastamento temporário, Bruno Monteiro cumpriu uma série de agendas institucionais voltadas ao fortalecimento da cultura baiana. Entre os compromissos recentes estiveram a entrega da requalificação do Teatro Castro Alves (TCA) e o lançamento da Bahia Filmes, empresa pública criada para impulsionar o setor audiovisual no estado.
A nova estatal terá atuação no incentivo, produção, distribuição e comercialização de obras audiovisuais baianas, além de desenvolver ações de mapeamento tecnológico e iniciativas relacionadas ao mercado de jogos digitais.
O afastamento de Bruno Monteiro da Secult é temporário e segue até o dia 11 de agosto. Após o período de férias, o secretário deve retornar ao comando da pasta.

