Matheus Ferreira leva à ALBA proposta de intercâmbio internacional para alunos da rede estadual da Bahia
Projeto prevê bolsas de estudo no exterior e incentiva formação acadêmica de excelência para estudantes de alto desempenho
Por: Redação
04/05/2026 • 11h32
O deputado estadual Matheus Ferreira (MDB) apresentou na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) um projeto de lei que institui um programa de intercâmbio internacional destinado a estudantes “nota 10” da rede pública estadual. A iniciativa busca ampliar oportunidades de formação acadêmica e cultural no exterior para jovens com melhor desempenho escolar.
De acordo com a proposta, o programa tem como objetivo assegurar bolsas de intercâmbio para alunos da rede pública que se destacam nas avaliações escolares, promovendo acesso a instituições de ensino e centros de pesquisa em outros países. Para o parlamentar, a medida fortalece a educação pública ao criar caminhos concretos de desenvolvimento para estudantes de alta performance.
Matheus Ferreira defende que o intercâmbio contribui diretamente para a qualificação dos participantes. Segundo ele, a experiência internacional permite não apenas o aprimoramento acadêmico, mas também o contato com novas metodologias de ensino e diferentes culturas, ampliando a formação dos jovens.
O projeto estabelece duas modalidades de participação: cursos de imersão ou intensivos na língua do país de destino e programas de formação continuada no exterior. A seleção dos estudantes será realizada por meio de processo seletivo definido em edital, considerando critérios como desempenho escolar e proficiência linguística.
A proposta também prevê que o Poder Executivo possa firmar parcerias com instituições nacionais e internacionais, além de organismos governamentais e organizações multilaterais, garantindo a viabilidade do programa e a ampliação das oportunidades.
Ao justificar a iniciativa, o deputado ressaltou que o projeto busca formar cidadãos mais preparados para os desafios do mundo globalizado, além de estimular a cooperação entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros. “Isso resulta em cidadãos mais preparados para enfrentar os desafios do mundo globalizado, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e inovadora”, afirmou Matheus Ferreira.

