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EUA reafirmam apoio às eleições no Brasil e defendem sanções contra Moraes e facções criminosas

Por: Redação

17/10/2026 • 14h20

O Departamento de Estado dos EUA reiterou seu apoio ao processo eleitoral brasileiro e manifestou preocupações sobre sanções a figuras políticas e organizações criminosas.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou um comunicado reafirmando o apoio do governo americano ao direito do povo brasileiro de eleger seus representantes em pleitos livres e justos. A nota enfatizou a disposição de manter o diálogo e a cooperação com o governo brasileiro eleito, abordando temas como segurança, comércio e investimentos.

A manifestação da Casa Branca foi uma resposta a questionamentos feitos por congressistas dos EUA. Em setembro, 31 parlamentares enviaram uma carta acusando o governo Trump de tentar influenciar as eleições brasileiras através de pressões econômicas, políticas e diplomáticas. Após o primeiro turno das eleições, a preocupação foi reiterada por senadores democratas e um grupo adicional de 12 deputados, que pediram garantias de que os EUA aceitariam os resultados das urnas.

Além das questões eleitorais, o Departamento de Estado também defendeu as sanções impostas a alvos brasileiros, citando a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes em julho de 2025. A diplomacia americana justifica essa ação com base em evidências de "graves violações dos direitos humanos", acusando Moraes de autorizar prisões preventivas sem justificativa e de emitir ordens para banir contas de opositores em redes sociais. O nome de Moraes foi retirado da lista de sancionados em dezembro de 2025.

Adicionalmente, o governo dos EUA reafirmou sua posição sobre a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, destacando que esses grupos operam com extrema violência e representam uma ameaça à segurança regional e também aos Estados Unidos.

Fonte: Bahia Notícias