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Secretária da Fazenda de Salvador é citada como investigada em inquérito da Polícia Civil da Bahia

Procedimento apura supostos crimes como prevaricação, abuso de autoridade, assédio moral e falso testemunho envolvendo servidores municipais

Por: Redação

05/03/202615h40

Foto: Reprodução/Sefaz

A atual secretária da Fazenda de Salvador, Giovanna Guiotti Testa Victer, aparece como investigada em um inquérito da Polícia Civil da Bahia que apura supostos crimes cometidos por servidores públicos no exercício da função.

O procedimento foi instaurado após o encaminhamento de uma notícia de fato pelo Ministério Público da Bahia e investiga possíveis irregularidades administrativas envolvendo agentes públicos da capital baiana.

No documento que deu origem à investigação, o nome da secretária aparece listado entre os investigados. O texto registra que a apuração envolve “crimes de prevaricação, abuso de autoridade, assédio moral e falso testemunho”, supostamente praticados por servidores municipais. A peça também cita nominalmente “Giovanna Guiotti Testa Victer” entre os apontados como “suposto autor/infrator” no procedimento policial.

A investigação teve origem em uma denúncia apresentada ao Ministério Público em janeiro de 2022. No relato encaminhado às autoridades, o denunciante menciona a ocorrência de supostos episódios de assédio moral e abuso de autoridade praticados por servidores do município de Salvador, o que motivou a abertura de uma apuração preliminar e, posteriormente, a instauração do inquérito policial para coleta de provas e depoimentos.

Ao formalizar o procedimento investigativo, a Polícia Civil determinou a abertura do inquérito para análise dos fatos relatados e identificação de eventuais responsabilidades. Entre os crimes citados no documento estão prevaricação quando um agente público age contra o interesse público para favorecer terceiros e abuso de autoridade, previsto na Lei Federal nº 13.869 de 2019.

O documento registra ainda que a investigação busca reunir elementos para esclarecer as condutas relatadas na denúncia original encaminhada ao Ministério Público, com a análise de documentos e depoimentos relacionados aos fatos mencionados no procedimento.

Até o momento, o inquérito segue em fase de apuração. A abertura de investigação não significa culpa ou responsabilização automática dos citados, cabendo às autoridades responsáveis a análise das provas e o eventual encaminhamento do caso à Justiça.