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Rosemberg diz que oposição constrói “narrativa” contra gestão estadual

Líder governista contesta avaliação de Kiki Bispo e destaca ações concluídas pelo Estado

Por: Redação

23/07/202614h03

Foto: Reprodução/Facebook @deputadorosemberg

O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), reagiu nesta quarta-feira (22) às declarações do vereador de Salvador Kiki Bispo (União Brasil), que classificou como “fracasso” a gestão do governador Jerônimo Rodrigues a partir de um levantamento do g1 sobre promessas de campanha.

Segundo Rosemberg, a interpretação feita pelo vereador sobre os dados estaria distorcida e não refletiria o conteúdo do levantamento. O parlamentar afirmou que os números mostram a Bahia entre os estados com maior quantidade absoluta de compromissos cumpridos.

De acordo com o líder governista, o levantamento aponta que a Bahia aparece em terceiro lugar no país em número de promessas integralmente realizadas, com 33 entregas concluídas, atrás apenas de Maranhão e Piauí. Ele destacou ainda que o estado supera, nesse critério, administrações como as de São Paulo, Goiás e Minas Gerais.

“O vereador age de má fé ou sofre de algum problema cognitivo. O levantamento não diz que a Bahia fracassou. Ao contrário, coloca nosso estado entre os que mais entregaram resultados no país. Quem faz política precisa respeitar os fatos e não distorcê-los para criar uma narrativa eleitoral”, declarou Rosemberg.

O deputado também chamou atenção para a metodologia utilizada na análise, que considerou apenas ações concluídas até 30 de junho. Segundo ele, algumas entregas realizadas após esse período não foram contabilizadas, como o Hospital Estadual do Litoral Norte, em Alagoinhas, que já está em funcionamento.

Além das 33 promessas consideradas totalmente cumpridas, Rosemberg ressaltou que outras 37 foram classificadas como parcialmente executadas pelo levantamento, indicando que diferentes ações permanecem em andamento.

“Governar é entregar resultados concretos e manter obras estruturantes avançando. Isso é exatamente o que a Bahia tem feito”, afirmou.

Ao final, o líder do governo defendeu que o debate político seja baseado em dados e informações completas. Para ele, críticas fazem parte do processo democrático, mas perdem força quando, segundo sua avaliação, deixam de considerar todos os aspectos dos levantamentos.

“A crítica é legítima na democracia, mas ela perde credibilidade quando ignora os números e desconsidera as entregas efetivas do governo. A população espera seriedade, não discursos construídos sobre interpretações distorcidas da realidade”, concluiu.