Cleitinho Azevedo lidera a corrida pelo Governo de Minas com 37%
Por: Redação
11/09/2026 • 20h25
Pesquisa Datafolha revela que Cleitinho Azevedo é o favorito, enquanto Patrus Ananias e Alexandre Kalil disputam o segundo lugar.
O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, permanece na liderança da disputa pelo Governo de Minas Gerais, alcançando 37% das intenções de voto, conforme a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11). Os ex-prefeitos de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT), aparecem em seguida, com 13% e 11%, respectivamente, configurando um empate técnico para o segundo lugar.
Em um possível segundo turno, Cleitinho teria vantagem sobre ambos os adversários. Contra Kalil, ele é projetado para obter 54% dos votos, enquanto o pedetista ficaria com 29%. Em um embate com Patrus, Cleitinho alcançaria 59%, em comparação aos 24% do petista.
A pesquisa foi realizada com 1.204 eleitores entre os dias 8 e 10 de outubro, utilizando a abordagem face a face em locais de grande movimento. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O levantamento foi encomendado pela Folha de São Paulo e pela Globo, e registrado no TSE sob o código MG-01611/2026.
Em comparação à pesquisa anterior de agosto, onde Cleitinho tinha 32% e ambos os ex-prefeitos marcavam 12%, os números mostram um crescimento para o senador. O atual governador Mateus Simões (PSD) mantém 4% das intenções de voto, assim como Gabriel Azevedo (MDB) e Flávio Roscoe (PL). Túlio Lopes (PCB) subiu de 2% para 3%.
No cenário de rejeição, 30% dos eleitores afirmaram que não votariam em Patrus, enquanto 24% rejeitam Kalil. Cleitinho, Simões e Ben Mendes têm 15% de rejeição cada. A avaliação do governo Simões revela que 20% consideram sua gestão boa ou ótima, 41% a veem como regular e 18% como ruim ou péssima. Em agosto, os números eram de 23%, 37% e 15%, respectivamente.
Por último, a aprovação do governo caiu de 41% para 37%, enquanto a desaprovação aumentou de 32% para 38%. 25% dos entrevistados não souberam avaliar.
Fonte: Política Livre

