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Bruno Monteiro faz críticas à Prefeitura após anúncio da primeira maternidade municipal

Secretário ironiza campanha publicitária da Prefeitura e compara investimentos estaduais na saúde da capital baiana

Por: Redação

11/05/202609h48

Foto: Reprodução/Instagram @brunogmonteiro

O secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, criticou neste domingo (10) a campanha publicitária da Prefeitura de Salvador que divulga a nova maternidade municipal da capital. Em vídeo publicado nas redes sociais, o gestor estadual questionou o tempo levado pela administração municipal para construir a primeira unidade do tipo após mais de 14 anos de gestão do grupo político ligado ao ex-prefeito ACM Neto.

Segundo Bruno Monteiro, ele se surpreendeu ao se deparar com um grande outdoor instalado na Avenida Garibaldi anunciando a maternidade e decidiu gravar um vídeo comentando o assunto.

“Parei o carro para conferir se estava vendo direito. É uma grande propaganda da Prefeitura anunciando a primeira maternidade municipal. As pessoas podem pensar que é início de gestão, mas não é. Já são 14 anos da mesma administração, com o segundo prefeito reeleito, e só agora entregam a primeira maternidade municipal”, afirmou o secretário.

Durante a publicação, Bruno também comparou a atuação da Prefeitura de Salvador com os investimentos realizados pelo Governo do Estado na área da saúde pública da capital baiana.

De acordo com ele, a gestão estadual mantém atualmente seis maternidades em funcionamento em Salvador. “Enquanto eles levaram 14 anos para construir a primeira maternidade municipal, o Governo do Estado já possui seis unidades funcionando na cidade”, declarou.

O secretário ainda aproveitou a crítica para questionar o modelo administrativo adotado pela Prefeitura e defendido pelo grupo político carlista como referência para o estado da Bahia.

A nova maternidade municipal vem sendo divulgada pela Prefeitura como um dos principais investimentos recentes na área da saúde da capital. Entretanto, opositores da administração têm intensificado as críticas sobre a demora na execução do equipamento público, considerado estratégico para o atendimento materno-infantil em Salvador.