ACM Neto comenta investigação sobre o Banco Master e diferencia seu caso do de Wagner
Por: Redação
21/09/2026 • 18h00
ACM Neto abordou as investigações do Banco Master, ressaltando distinções entre sua situação e a do senador Jaques Wagner.
O candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), comentou as investigações em curso sobre o Banco Master durante uma entrevista na série especial "Vota BN", do Projeto Prisma, do Bahia Notícias, realizada na segunda-feira (21). Neto destacou que não cabe a ele julgar o senador Jaques Wagner (PT) em relação a essas apurações.
O ex-prefeito de Salvador fez questão de ressaltar as diferenças entre os dois casos. Segundo Neto, enquanto Wagner ocupava um cargo público quando se relacionou com o Banco Master, ele, por sua vez, não estava em função pública quando fez seus negócios privados. "Eu era um cidadão privado, tinha liberdade para fazer meus negócios, desde que fossem legais", afirmou.
A Polícia Federal investiga Wagner na Operação Compliance Zero, com suspeitas de que ele teria recebido vantagens indevidas e atuado em favor do Banco Master em questões parlamentares. O senador nega as acusações e assegura que provará sua inocência.
No caso de ACM Neto, o COAF revelou repasses de R$ 3,6 milhões, em 2023 e 2024, para uma empresa de consultoria vinculada a ele e sua esposa. Neto confirmou os valores e explicou que os pagamentos foram realizados por serviços de consultoria e gestão empresarial, com contratos formalizados, emissão de notas fiscais e pagamento de impostos.
Sobre os possíveis impactos da investigação na corrida eleitoral, Neto expressou a expectativa de que a máquina pública não seja utilizada para influenciar a decisão dos eleitores. "Espero que a estrutura do poder público, especialmente a policial, não interfira na vontade do eleitor", disse, destacando a importância do respeito às instituições e à Constituição.
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Fonte: Bahia Notícias

