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ALBA avança com indicação de Camila Vasquez ao Tribunal de Contas dos Municípios

CCJ aprova nome da procuradora por unanimidade e encaminha processo para votação final

Por: Redação

16/06/202613h44Atualizado

Foto: Reprodução/Instagram @felipeduarteestadual

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) aprovou, nesta terça-feira (16), a indicação da procuradora Camila Vasquez Negromonte para o Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). A decisão foi unânime entre os parlamentares da comissão, etapa obrigatória antes da votação em plenário.

Durante a sabatina, Camila Vasquez destacou sua trajetória de mais de 14 anos no Ministério Público de Contas (MPC) e defendeu a importância do diálogo no exercício da função de controle externo.

“Nesses 14 anos que eu tô exercendo o meu papel de procuradora de contas, eu sempre recebi a todos e eu acredito que é uma obrigação, tanto do procurador de contas quanto do conselheiro e compõe um dos princípios basilares do Tribunal de Contas, que é a verdade material”, afirmou.

A procuradora também ressaltou a necessidade de maior interação com gestores públicos para qualificar decisões no âmbito dos tribunais de contas.

“Quando você recebe e ouve o prefeito, você sai um pouco do papel... às vezes a verdade está um pouco mais além. Eu acho que é importante esse diálogo, eu acho que enriquece e informa uma decisão”, disse.

Camila Vasquez foi indicada para a vaga aberta após a aposentadoria do conselheiro Mário Negromonte, pai do deputado federal e sogro da indicada.

Com a aprovação na CCJ, o nome segue agora para apreciação no plenário da Assembleia Legislativa. Caso seja confirmado pelos deputados, o processo será concluído com a nomeação pelo governador Jerônimo Rodrigues.

Articulação e bastidores

O conselheiro do TCM-BA, Nelson Pelegrino, afirmou que a indicação da procuradora é resultado de um entendimento institucional entre diferentes órgãos e destacou a importância da composição do colegiado.

“Foi feito um acordo lá atrás do Governo da Bahia, do Ministério Público e do próprio Tribunal e a oportunidade surgiu... faltava a representação do Ministério Público de Contas, que se completará agora”, disse em entrevista ao Bahia Notícias.